segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Sugestões para seminários de projeto

Ola pessoal!

Neste início de semestre, no qual vamos estudar a habitação coletiva de alta densidade, iremos pesquisar e conhecer edifícios e conjuntos projetados com a finalidade de otimizar e valorizar o uso do espaço urbano, além de discutir novas formas de morar.

A biblioteca da UNIP assina as melhores revistas de arquitetura do mundo: Arquitectura Viva, AV Monografias, El Croquis, Domus, 2G, Summa, etc. Basta criar o hábito de frequentar aquele espaço tão importante da faculdade e escolher algum projeto de habitação do seu interesse. O mesmo deve ser recente (10-15 anos no máximo) e trazer informações suficientes para uma análise aprofundada sobre o partido, a implantação, as unidades, a circulação e alguns dados técnicos e estatísticos. Converse com seu professor sobre a sua escolha!

Seguem algumas dicas para quem ainda não se decidiu! Os seminários serão no início das aulas e, sempre que possível, com o uso do equipamento de data-show. Não esquecer de elaborar a ficha técnica para distribuição junto aos colegas e professores.

Wozoco - Rotterdam
100 unidades

Renzo Piano
Edifício na Rue de Meaux - Paris
220 unidades

Habitações Stadstuinen - Rotterdam
458 aunidades

Silodam - Amsterdam
165 unidades

Herzog & De Meuron
Habitações na Rue des Suisses - Paris
57 unidades

Estradenhaus - Berlin
12 unidades
Fonte: site Popp Wolfram, 2009.


Habitações para os funcionários dos Correios (logements pour la poste) - Paris
26 unidades
Fonte: site Philippe Gazeau Architecte, 2009.

Podem pesquisar também neste blog e no blog melhorlugar. Use a caixa de pesquisa na barra superior!

>>>>Mais dicas de pesquisa>>>>

Na Revista Arquitetura Viva n. 81 é possível encontrar:

pg. 34 Herzog & De Meuron - Rue des Suisses

pg. 64 Nieto e Sobejano - Viviendas na SE-30 em Sevilha
vencedor do Europan IV 174 unidades (60 simples e 114 duplex)
na revista AV monografias n. 93-94 na pg. 152 há mais sobre este projeto.

pg.56 Brullet, Frutos, De Luna y Sanmartin
Manzana de Viviendas El Prat de Llobregat - 129 unidades

pg. 58 Finch e Jocher - Sociales y Solares
habitações em Bertelsdorfer (Alemanha)

pg. 60 Eduardo Souta Moura - Bloco de habitação Maia (Porto)
32 unidades + 8 escritórios

pg. 68 Alvaro Siza - Torre residencial em Maastricht (Holanda)

OBS. Neste número da revista há também uma reportagem sobre o resultado do concurso EUROPAN VI - para quem não sabe este concurso é um concurso europeu de habitação, existe há vários anos e suas edições são temáticas propondo discussões específicas na esfera da cidade e da habitação. Os participantes podem escolher o lugar da intervenção.

Na Revista AV Monografias n. 97 (2002) há mais alguns projetos:

pg. 34 Hentrich-Petschnigg & Partner
Viviendas para jovenes - Leipzig
26 unidades

pg. 38 BUS architektur
66 habitações + oficinas e ateliers em Viena

pg. 76 MVRDV - Silodam

pg. 90 Diener, Diener - Habitações em Java Eiland (Amsterdam)

pg. 94 Yves Lyon & Alan Levitt - habitações no distrito IV de Paris.

APROVEITEM AS DICAS E BOA PESQUISA!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Livros


BAHAMON, Alejandro. Sketches: Houses. Barcelona: Distribuidora Paisagem, 2007

Dica de livro enviada pelo aluno Samuel Henrique de O. Guimarães.


segunda-feira, 1 de junho de 2009

LOT - EK


Interface do LOT-EK, edifício Lafayette, 2009.

Mais um estúdio para conhecer, trata-se do LOT-EK grupo de arquitetos americanos sediado em Nova York cuja filosofia de trabalho pauta-se por:

1) Borrar (embaçar) os limites entre arte, arquitetura, entretenimento e informação.

2) Fazer arquitetura com os objetos, sistemas e tecnologias usadas como matéria prima.

3) Promover o diálogo entre os objetos existentes e as necessidades programáticas a fim de gerar espaços ou volumes inesperados.

4) Reinventar os espaços domésticos, de lazer e de trabalho, assim como suas funções e questionar as configurações convencionais.

..........entre outras questões que vocês podem conferir no site deles!

Vai lá!

LOT-EK

Low architecten


Interface do site low architecten, 2009.

Visitem o site do estúdio belga Low Architecten. Na página de abertura há links para os principais projetos da equipe. Entre eles o SPARTA, projeto para concurso de habitação de interesse social na cidade de Buggenhout (9000m2), ganhador do primeiro prêmio. Destaque para a delicada e expressiva forma de apresentação das imagens.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Revista 2G | Josep Lluis Mateo


Revista 2G, capa traz o projeto para Borneo / Amsterdam.

A revista 2G é uma publicação espanhola editada pela Gustavo Gili.

Os números são temáticos e este (
n. 25) é dedicado à obra do arquiteto Josep LLuis Mateo (nasce em Barcelona em 1949, estuda arquitetura na ETSAB, faz seus estudos de doutoramento na UPC em 1994 e desde 2002 é professor de projeto na ETH de Zurich).

O conteúdo é dividido entre as principais obras do arquiteto, alguns artigos de colaboradores, uma entrevista feita ao autor por outro arquiteto (no caso
Iñaki Abalos) e sua biografia.

Destaque para os projetos de habitação para Borneo,
habitação social em Prat de LLobregat e La Maquinista, o Fórum de Barcelona, a piscina pública em Girona, a Biblioteca Europeia BEIC em Milão e a Casa unifamiliar em Mallorca para a qual o arquiteto Ignasi de Solá Morales* escreveu uma crítica: "Dédalo e Ariadna", seu último texto (morreu inesperadamente logo depois).


Habitação coletiva em Prat de Llobregat, 1996-2000.

Planta pavimento térreo.

Planta, pavimento "tipo".

Ignasi de Solá Morales foi arquiteto e filosofo. Nasceu em Barcelona em 1942 e morreu em Amsterdam em 2001. Foi catedrático de Teoria e História da Arquitetura na Faculdade de Arquitetura de Barcelona, tendo sido convidado como professor por diversas universidades americanas e europeias. Escreveu vários livros e artigos publicados nas mais importantes revistas especializadas do mundo. Dividia sua tividade entre a docência e o trabalho em seu escritório de arquitetura.

Para pesquisar habitação [e representação]


Revista Summa, habitação na Rua Loyola.

A revista Summa é uma publicação bimestral, argentina de arquitetura.

O número 87, de Junho de 2007 é dedicado à habitação coletiva e aos jovens arquitetos colombianos. Destaques para o texto de
Alfonso Corona Martinez sobre os desdobramentos da quadra urbana habitacional; o artigo "Casa sin habitante, reflexiones sobre el Pabellón Alemán en Barcelona" de Rafael Iglesia e os projetos Viviendas en la Calle Clay | Buenos Aires - Diegues Fridman Arquitectos e Associados e Campos Salles PH Urbano 09 | Buenos Aires - Arquitectonika, além de outros igualmente bons!


Projeto do Arquitectonika, 2005.


Projeto "Calle Clay", de Dieguez Fridman, 2006.


Corte, "Calle Clay", de Dieguez Fridman, 2006.

Pesquise também neste link do blog melhor_lugar da Profa. Cláudia Oliveira.


segunda-feira, 18 de maio de 2009

Formatos das folhas de desenho


Padrão ISO 216 para formatos de papel, fonte: Wikipedia, 2009.

A base para esta formatação é a adoção de 1 m2 de papel para o formato A0 e seus cortes derivam todos desta dimensão.

Conheça mais sobre estes formatos e padronizações AQUI!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Outros modelos de UH | Campinas


Mariana Scarpinatte: módulos lado a lado formando uma unidade quadrada. Área úmida ao centro organizando todos os demais espaços que podem ser abertos ou fechados de acordo com a necessidade do usuário.


Flaviane Ramos: módulos sobrepostos pelo maior lado. No piso inferior uso da área coberta como extensão da unidade. No piso superior um espaço fixo + banheiro (uso compartilhado) e possibilidade de compartimentação de mais um espaço e saída para o terraço externo.


Andrea Malaman: combinação de módulos lado a lado com ligeira elevação vertical conformando área de uso mais privativa e com possibilidade de isolamento pelo usuário. Otimização dos núcelos hidráulicos.


Rodrigo Zeni: aposta na desortogonalização e cria espaços seguindo os eixos não ortogonais ditados pelo partido. Todos os ambientes (exceto o banheiro) podem estar em contato segundo o desejo do usuário. Cria um terraço junto ao piso superior.


Adriana Barros: módulos sobrepostos lateralmente gera área coberta que é aproveitada pelo piso inferior. Posição estratégica do banheiro no piso superior potencializa seu uso, valorizando tanto o espaço interior (a área do banho mostra-se através de um material translúcido) como o exterior (desenho da abertura).


Larissa Pulz: Módulos sobrepostos de maneira desigual geram no segundo piso duas áreas distintas, a menor tratada como espaço úmido (banheiro), a maior como espaço de isolamento/relaxamento. A área central funciona como espaço de trabalho em contato com o piso inferior.


segunda-feira, 4 de maio de 2009

A Cidade Vertical e o Urbanismo Modernizador

SOMEKH, Nadia. A cidade vertical e o urbanismo modernizador.

São Paulo: Studio Nobel: Editora da Universidade de São Paulo: FAPESP, 1997.

Organização do volume

Apresentação

Introdução

1 - POR QUE OCORRE A VERTICALIZAÇÃO?


O que é a cidade vertical?


Explicando a verticalização: espaço e Estado

2 - O URBANISMO MODERNIZADOR EM SÃO PAULO


Modernidade, modernismo e modernização

Adensamento e rendimento: Vitor da Silva Freire

A cidade como negócio: Anhaia Mello

A modernização da cidade: Prestes Maia


3 - ORIGENS DA VERTICALIZAÇÃO EM SÃO PAULO: 1920-1929

A produção industrial em São Paulo

A intervenção do Estado: os melhoramentos urbanos e a legislação urbanística

A identidade de São Paulo e a verticalização

A verticalização em São Paulo 1920-1929


4 - A MODERNIZAÇÃO DA CIDADE VERTICAL: 1920-1939

A evolução da produção industrial

Preço da terra e verticalização

Infra-estrutura, demografia e preço da terra

A intervenção do Estado: a legislação urbanística e o Plano de Avenidas

O Plano de Avenidas

Verticalização: forma e função

Do ecletismo arquitetônico ao “estilo modernizado”


5 – CONCLUSÕES


BIBLIOGRAFIA


Síntese do Conteúdo

Este livro trata do primeiro período de verticalização na cidade de São Paulo. Destaca a ação do Estado como agente produtor do espaço, traves de intervenções e legislações urbanísticas, bem como a influência americana sobre o nosso pensamento urbanístico ocorrida a partir dos anos 20. Através de seu estudo, a autora demonstra como o urbanismo paulistano tem excluído a questão social de sua ótica. E por esta razão denomina-o urbanismo “modernizador”, contrapondo-se à caracterização de moderno ou modernista.


Entrevista com a autora: http://www.centrodametropole.org.br/zero/entrevistas_nadia.html


Texto elaborado por Mariana Vieira Siviero Chagas / UNIP Campinas

domingo, 26 de abril de 2009

UH = 2 módulos + 1 programa + partido


Opções de UH térreas, makau, 2009.


Opções de UH em dois ou mais pavimentos, makau, 2009.

As imagens mostram os modelos finais das unidades habitacionais (UH) projetadas pelos alunos do 2o. ano do curso de Arquitetura da UNIP campus Norte durante o 1o. bimestre de 2009.

VEJA a proposta do exercício AQUI!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Princípios do Ecoedificio: Interação Entre Ecologia, Consciência e Edifício.

autor: José Tabith,

72.011 A 195P

sem ficha catalográfica


Capítulos:

Apresentação

1 - Ciência e Consciência

2 - Mudanças de paradigma, o paradigma ecológico

3 – Conceitos Ecológicos

4 – Usuário, corpo Humano, individuo e comunidade

5 – Terreno

6 – Climas e Arquitetura

7 – Vegetação

8 – Sol e energia solar

9 - Ventos e energia eólica

10 – Águas, energia hidráulica de recursos hídricos

11 – Resíduos, reciclagem de recursos e desperdícios

12 – Materias, pinturas e cores

13 – Princípios do ecoedificio

14 – Epilogo

Glossário

Referencias Bibliográficas


Resumo do Conteúdo:

O Livro trata de harmonia ambiental, fala muito sobra consciência, biologia,e arquitetura meio- ambiente.

È a Humanização dos espaços construídos e não construídos. Para caracterizar um ecoedifício, o autor leva em conta a abordagem sobre científica e conceitos contemporâneos sobre ecologia, consciência, biologia, e psicologia. Poucas pessoas e cidades têm essa consciência ecológica de que os recursos ambientais cumprem ciclos e que, para transformar matéria-prima, degradam o meio ambiente. Reciclar é interferir nesses ciclos para gerar menor degradação.

Ecoedificio é um conceito dinâmico de qualificação, que integra: individuo edifício e ecossistemas, permitindo que todos se assimilem harmonicamente.

Conclusão:

A Parte que me chamou a atenção foi sobre, a explicação de como reciclar várias fontes da natureza, assim, gerar menor degradação, como a energia, onde existe a possibilidade de se reciclar a água das chuvas e usar, inclusive, as águas de esgoto, diante de processos como armazenamento, e transformando-o em recursos para residências e condomínios. As energias solar e eólica ainda têm custos altos, mas em locais isolados seu uso já está bem difundido. Os elementos construtivos, como paredes e coberturas, são decisivos para compor espaços arquitetônicos.

Texto elaborado por Ingrid Juliana Duartes | UNIP CP

terça-feira, 21 de abril de 2009

Vivienda y Espacio Publico

KIRSCHENMANN, Jörg C. Vivienda y Espacio Público Rehabilitación urbana y crecimiento de la ciudad. Barcelona: Editorial Gustavo Gili S.A., 1985.


Número do volume: 728.3 K61V e.2


Síntese:

O livro é em espanhol e conta como é o centro urbano, faz uma pequena passagem na historia do local e fala das modificações que ocorreram. E na maioria dos projetos, ele mostra as fotos, plantas e cortes do local.


Organização do Volume:

- Ciudad y espacio público através de la historia.

- Rehabilitación urbana.

- Ensanche urbano.


Texto elaborado por Giovanna Rodrigues Rovai | UNIP Campinas

Morte e vida nas grandes cidades.

JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades.

São Paulo: Martins Fontes, 2000.


Síntese do conteúdo:

O texto objetiva-se a identificar forças desagregadoras do espaço urbano, através de exemplos do dia-a-dia, na visão ora de uma pessoa comum, ora de uma pessoa com uma cultura urbanística acentuada. Faz críticas a projetos equivocados usados em boa parte dos planejamentos urbanos e procura apontar o caminho inverso ao da “morte”, buscando a vitalidade das cidades.


Organização do volume:


Parte 1 – A natureza peculiar das cidades


Os usos das calçadas: segurança

Os usos das calçadas: contato

Os usos das calçadas: integrando as crianças

Os usos dos parques de bairros

Os usos dos bairros


Parte 2 – Condições para a diversidade urbana


Os geradores de diversidade

A necessidade de usos principais combinados

A necessidade de quadras curtas

A necessidade de prédios antigos

A necessidade de concentração

Alguns mitos sobre a diversidade


Parte 3 – Forças de decadência e de recuperação


A autodestruição da cidade

A maldição das zonas de fronteira desertas

Formação e recuperação de cortiços

Capital convencional e capital especulativo


Parte 4 – Táticas diferentes


A subvenção de moradias

Erosão das cidades ou redução dos automóveis

Ordem visual: limitações e potencialidades

Projetos de revitalização

Unidades territoriais de gestão e planejamento

O tipo de problema que é a cidade


Texto elaborado por Jeferson Tadeu Silva | UNIP Campinas

Complexo Industrial da Construção Civil e a Arquitetura Moderna 1930-1964

GITAHY, Maria Lucia e XAVIER Paulo César (org). São Carlos: RiMa, 2002. 170 pág.


ISBN: 85-86552-37-2


O livro retrata a vinda e a contribuição da indústria cimenteira. A prática em pesquisas tecnológicas do concreto permitiu enfrentar o desafio colocado nas construções de edifícios. Foram feitos estudos para determinar as curvas de resistência de 40 diferentes marcas de cimentos, que consistia na realização de ensaios de amostras de cimento nacional retirados de diversos armazéns.


Nos anos 1930, a atuação dos mestres de obras em relação aos arquitetos e engenheiros, começou a ter limites o que deu aos profissionais o controle sobre os empreendimentos imobiliários.


Houve o desenvolvimento e a normatização técnica que permitiu o aparecimento de propostas inovadoras para habitação econômica, numa época em que a arquitetura moderna passava a ter influência na construção nacional. Mostra a consolidação do complexo industrial da construção e sua importância para a arquitetura e o desenvolvimento urbano brasileiro.


Capítulos:

1- Introdução

2- A construção Habitacional em São Paulo na Década de 1930.

3- Arquitetura Moderna e Construção Habitacional em São Paulo.

4- Industrialização e o Espaço Habitacional da Arquitetura Moderna em São Paulo (1930-1964).

5- Origens do Empresariamento da Construção Civil em São Paulo.

6- O Papel do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) na Construção Econômica.

7- Indústria do Cimento, Normalização Técnica e os Impasses da Moderna Construção Habitacional em São Paulo (1930-1964 ).

8- A Contribuição dos Engenheiros do Instituto de Engenharia de São Paulo para a Habitação Social.

9- Ideologia, Estado e Mercado: Três Aspectos da Profissão do Arquiteto em São Paulo.

10- A Documentação do Escritório Rino Levi Arquitetos Associados na Biblioteca da FAUUSP.


Texto elaborado por Bruna Ridolfi | UNIP Campinas.


(Des)construção de um arranha-céu

MACAULAY, David. (Des)construção de um Arranha-Céu. São Paulo. Livraria Martins Fontes Editora Ltda, 1995.


identificação 72.011.27(73) M1117c

Este livro conta sobre a história do arranha-céu Empire State Building que foi construído com a intenção de ser o maior arranha-céu do mundo. No fim da década de 20 na ilha de Manhattan começou a construção e na primavera de 1931 já estava pronto.

Com trezentos e vinte metros de altura, oitenta e cinco andares e sessenta e sete elevadores, foi oficialmente inaugurado no dia 1ª de maio de 1931, a inauguração contou com o governador, o prefeito, e com outras pessoas de importância, e foram realizadas diversas cerimônias para tal acontecimento histórico.

Texto elaborado por Daiany Albuquerque Borges

Arquitetos Contemporâneos

RATTENBURY, Kester e BEVAN, Rob e LONG, Kieran e SEGRE,

Roberto. Arquitetos Contemporâneos. Rio de Janeiro: Viana & Mosley,

2004.
Nº 72.036

Este livro procura, dentro das suas 229 páginas, fazer uma introdução dos arquitetos vivos mais influentes do mundo.

Descrevendo ano e local de sua formação acadêmica, país de origem e algumas de suas principais obras.

Os autores escolheram nomes que influenciaram e continuam influenciando as gerações de arquitetos subseqüentes.

Nomes como os de Santiago Calatrava, Renzo Piano, Tadao Ando, Kees Christiaanse, Terry Farrell, Norman Foster, Frank O. Gehry, Vittorio Gregotti, Zaha Hadid, Toyo Ito, Rem Koolhaas, Jean Nouvel, Richard Rogers, compõem esta obra.

Nesta edição, incluíram cinco nomes de arquitetos brasileiros. Pois na edição inglesa original, havia apenas o nome de Oscar Niemeyer.


Texto elaborado por Carlos Pantoja Vargas | UNIP Norte, noturno.


CASA: pequena história de uma idéia.

Ficha catalográfica:


Rybczynski, Wiltold. Casa: Pequena história de uma idéia.

Rio de Janeiro: Record, 1999. 261p.

Número de chamada: 728 R989c

Síntese do conteúdo

Uma amostra de habitações de cinco séculos de todos os tamanhos e todos os tipos de luxo e conforto em várias formas e partes do mundo. O conceito de lar, apesar dele se tratar de história, está preocupado com o presente. Mesmo o conforto sendo difícil de se explicar e impossível de se medir, precisamos redescobrir por nós mesmos o mistério do conforto, pois, sem ele, as nossas casas realmente serão máquinas em vez de lares.O livro analisa também como as mudanças culturais e sociais influenciaram o mobiliário e os estilos de decoração.

Conveniência, eficiência, lazer, bem-estar, prazer, domesticidade, intimidade e privacidade uma incrível amostra histórica com elegância e estilo marcado por inúmeros exemplos curiosos de como tudo isso contribui para esta sensação de conforto doméstico.

Organização do volume

Prefácio 7

Capítulo Um

Nostalgia 15

Capítulo Dois

Intimidade e Privacidade 29

Capítulo Três

Domesticidade 63

Capítulo Quatro

Comodidade e Encanto 87

Capítulo Cinco

Bem-Estar 111

Capítulo Seis

Luz e Ar 131

Capítulo Sete

Eficiência 153

Capítulo Oito

Estilo e Essência 181

Capítulo Nove

Austeridade 203

Capítulo Dez

Conforto e Bem-Estar 223

Notas 237

Índice Remissivo 249

Texto elaborado por


Andrea Maria Malaman | UNIP Campinas, matutino


sábado, 11 de abril de 2009

RESPONDA UMA QUESTÃO!


Modelo de aluno | tipo de arranjo 5 | UNIP Norte, 2009.

Estudando a Unidade Habitacional

Como primeiro exercício do semestre propusemos o estudo da unidade de habitação. Esta consistia no arranjo de dois módulos iguais com altura mínima de 2.60m. A fim de utilizarmos a maquete como ferramenta para explorar as possibilidades de combinação espacial das unidades usamos CAIXAS DE SAPATOS representando os módulos (na escala 1:25). Em função de sua dimensão e da forma como propuseram o arranjo, cada aluno chegou a uma determinada área construída.

Os módulos variaram entre 3 a 5.5m de largura x 6 a 9m de comprimento, o que gerou áreas entre 18 e 45m2 aproximadamente (cada módulo).

De forma geral identificamos 5 tipos de arranjos que se repetiram:

1) Módulos "lado a lado" gerando um espaço único quadrado.

2) Módulos "lado a lado" deslocados, gerando um pavilhão central e dois cômodos (ou áreas) mais independentes.

3) Um módulo sobre o outro em sentido contrário gerando uma área com pé-direito duplo ou terraços.

4) Módulos justapostos "lado a lado" em formato de "L", propiciando uma grande ala e um anexo ou espaço mais independente.

5) Opções que mesclam ou fogem destas quatro apontadas acima. Podemos chamá-las de exceções.

O objetivo deste exercício foi o estudo da unidade habitacional sob os seguintes aspectos:

a) Compreensão do conceito de MODULAÇÃO e MÓDULO.

b) PARTIDO de composição volumétrica e de agenciamento do programa.

c) Elaboração de PROGRAMA.

d) MECANISMOS DE FLEXIBILIDADE espacial.

e) PRINCÍPIOS CONSTRUTIVOS.


QUESTIONAMENTO?

Q) Quais as dimensões do seu módulo, como os combinou (anote o número de classificação acima) e com qual finalidade, qual ou quais estratégias usou para distribuir o programa no espaço e quais as principais qualidades do espaço criado?