Espaço para falarmos de habitação coletiva e das atividades da disciplina de PA do 2o. ano do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UNIP.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Sugestões para seminários de projeto
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Livros

BAHAMON, Alejandro. Sketches: Houses. Barcelona: Distribuidora Paisagem, 2007
segunda-feira, 1 de junho de 2009
LOT - EK

Interface do LOT-EK, edifício Lafayette, 2009.
1) Borrar (embaçar) os limites entre arte, arquitetura, entretenimento e informação.
2) Fazer arquitetura com os objetos, sistemas e tecnologias usadas como matéria prima.
3) Promover o diálogo entre os objetos existentes e as necessidades programáticas a fim de gerar espaços ou volumes inesperados.
4) Reinventar os espaços domésticos, de lazer e de trabalho, assim como suas funções e questionar as configurações convencionais.
..........entre outras questões que vocês podem conferir no site deles!
Vai lá!
LOT-EK
Low architecten

Interface do site low architecten, 2009.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Revista 2G | Josep Lluis Mateo

Revista 2G, capa traz o projeto para Borneo / Amsterdam.
Os números são temáticos e este (n. 25) é dedicado à obra do arquiteto Josep LLuis Mateo (nasce em Barcelona em 1949, estuda arquitetura na ETSAB, faz seus estudos de doutoramento na UPC em 1994 e desde 2002 é professor de projeto na ETH de Zurich).
O conteúdo é dividido entre as principais obras do arquiteto, alguns artigos de colaboradores, uma entrevista feita ao autor por outro arquiteto (no caso Iñaki Abalos) e sua biografia.
Destaque para os projetos de habitação para Borneo, habitação social em Prat de LLobregat e La Maquinista, o Fórum de Barcelona, a piscina pública em Girona, a Biblioteca Europeia BEIC em Milão e a Casa unifamiliar em Mallorca para a qual o arquiteto Ignasi de Solá Morales* escreveu uma crítica: "Dédalo e Ariadna", seu último texto (morreu inesperadamente logo depois).


Planta pavimento térreo.

Planta, pavimento "tipo".
Para pesquisar habitação [e representação]

Revista Summa, habitação na Rua Loyola.
O número 87, de Junho de 2007 é dedicado à habitação coletiva e aos jovens arquitetos colombianos. Destaques para o texto de Alfonso Corona Martinez sobre os desdobramentos da quadra urbana habitacional; o artigo "Casa sin habitante, reflexiones sobre el Pabellón Alemán en Barcelona" de Rafael Iglesia e os projetos Viviendas en la Calle Clay | Buenos Aires - Diegues Fridman Arquitectos e Associados e Campos Salles PH Urbano 09 | Buenos Aires - Arquitectonika, além de outros igualmente bons!

Projeto do Arquitectonika, 2005.

Projeto "Calle Clay", de Dieguez Fridman, 2006.

Corte, "Calle Clay", de Dieguez Fridman, 2006.
Pesquise também neste link do blog melhor_lugar da Profa. Cláudia Oliveira.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Formatos das folhas de desenho

Padrão ISO 216 para formatos de papel, fonte: Wikipedia, 2009.
Conheça mais sobre estes formatos e padronizações AQUI!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Outros modelos de UH | Campinas



Andrea Malaman: combinação de módulos lado a lado com ligeira elevação vertical conformando área de uso mais privativa e com possibilidade de isolamento pelo usuário. Otimização dos núcelos hidráulicos.



segunda-feira, 4 de maio de 2009
A Cidade Vertical e o Urbanismo Modernizador
SOMEKH, Nadia. A cidade vertical e o urbanismo modernizador.
São Paulo: Studio Nobel: Editora da Universidade de São Paulo: FAPESP, 1997.
Organização do volume
Apresentação
Introdução
1 - POR QUE OCORRE A VERTICALIZAÇÃO?
O que é a cidade vertical?
Explicando a verticalização: espaço e Estado
2 - O URBANISMO MODERNIZADOR
Modernidade, modernismo e modernização
Adensamento e rendimento: Vitor da Silva Freire
A cidade como negócio: Anhaia Mello
A modernização da cidade: Prestes Maia
3 - ORIGENS DA VERTICALIZAÇÃO
A produção industrial
A intervenção do Estado: os melhoramentos urbanos e a legislação urbanística
A identidade de São Paulo e a verticalização
A verticalização
4 - A MODERNIZAÇÃO DA CIDADE VERTICAL: 1920-1939
A evolução da produção industrial
Preço da terra e verticalização
Infra-estrutura, demografia e preço da terra
A intervenção do Estado: a legislação urbanística e o Plano de Avenidas
O Plano de Avenidas
Verticalização: forma e função
Do ecletismo arquitetônico ao “estilo modernizado”
5 – CONCLUSÕES
BIBLIOGRAFIA
Síntese do Conteúdo
Este livro trata do primeiro período de verticalização na cidade de São Paulo. Destaca a ação do Estado como agente produtor do espaço, traves de intervenções e legislações urbanísticas, bem como a influência americana sobre o nosso pensamento urbanístico ocorrida a partir dos anos 20. Através de seu estudo, a autora demonstra como o urbanismo paulistano tem excluído a questão social de sua ótica. E por esta razão denomina-o urbanismo “modernizador”, contrapondo-se à caracterização de moderno ou modernista.
Entrevista com a autora: http://www.centrodametropole.org.br/zero/entrevistas_nadia.html
Texto elaborado por Mariana Vieira Siviero Chagas / UNIP Campinas
domingo, 26 de abril de 2009
UH = 2 módulos + 1 programa + partido

Opções de UH térreas, makau, 2009.

Opções de UH em dois ou mais pavimentos, makau, 2009.
VEJA a proposta do exercício AQUI!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Princípios do Ecoedificio: Interação Entre Ecologia, Consciência e Edifício.
sem ficha catalográfica
Capítulos:
1 - Ciência e Consciência
2 - Mudanças de paradigma, o paradigma ecológico
3 – Conceitos Ecológicos
4 – Usuário, corpo Humano, individuo e comunidade
5 – Terreno
6 – Climas e Arquitetura
7 – Vegetação
8 – Sol e energia solar
9 - Ventos e energia eólica
10 – Águas, energia hidráulica de recursos hídricos
11 – Resíduos, reciclagem de recursos e desperdícios
12 – Materias, pinturas e cores
13 – Princípios do ecoedificio
14 – Epilogo
Glossário
Referencias Bibliográficas
Resumo do Conteúdo:
O Livro trata de harmonia ambiental, fala muito sobra consciência, biologia,e arquitetura meio- ambiente.
È a Humanização dos espaços construídos e não construídos. Para caracterizar um ecoedifício, o autor leva em conta a abordagem sobre científica e conceitos contemporâneos sobre ecologia, consciência, biologia, e psicologia. Poucas pessoas e cidades têm essa consciência ecológica de que os recursos ambientais cumprem ciclos e que, para transformar matéria-prima, degradam o meio ambiente. Reciclar é interferir nesses ciclos para gerar menor degradação.
Ecoedificio é um conceito dinâmico de qualificação, que integra: individuo edifício e ecossistemas, permitindo que todos se assimilem harmonicamente.
Conclusão:
A Parte que me chamou a atenção foi sobre, a explicação de como reciclar várias fontes da natureza, assim, gerar menor degradação, como a energia, onde existe a possibilidade de se reciclar a água das chuvas e usar, inclusive, as águas de esgoto, diante de processos como armazenamento, e transformando-o em recursos para residências e condomínios. As energias solar e eólica ainda têm custos altos, mas em locais isolados seu uso já está bem difundido. Os elementos construtivos, como paredes e coberturas, são decisivos para compor espaços arquitetônicos.
Texto elaborado por Ingrid Juliana Duartes | UNIP CP
terça-feira, 21 de abril de 2009
Vivienda y Espacio Publico
KIRSCHENMANN, Jörg C. Vivienda y Espacio Público Rehabilitación urbana y crecimiento de la ciudad.
Número do volume: 728.3 K61V e.2
Síntese:
O livro é em espanhol e conta como é o centro urbano, faz uma pequena passagem na historia do local e fala das modificações que ocorreram. E na maioria dos projetos, ele mostra as fotos, plantas e cortes do local.
Organização do Volume:
- Ciudad y espacio público através de la historia.
- Rehabilitación urbana.
- Ensanche urbano.
Texto elaborado por Giovanna Rodrigues Rovai | UNIP Campinas
Morte e vida nas grandes cidades.
JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades.
São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Síntese do conteúdo:
O texto objetiva-se a identificar forças desagregadoras do espaço urbano, através de exemplos do dia-a-dia, na visão ora de uma pessoa comum, ora de uma pessoa com uma cultura urbanística acentuada. Faz críticas a projetos equivocados usados em boa parte dos planejamentos urbanos e procura apontar o caminho inverso ao da “morte”, buscando a vitalidade das cidades.
Organização do volume:
Parte 1 – A natureza peculiar das cidades
Os usos das calçadas: segurança
Os usos das calçadas: contato
Os usos das calçadas: integrando as crianças
Os usos dos parques de bairros
Os usos dos bairros
Parte 2 – Condições para a diversidade urbana
Os geradores de diversidade
A necessidade de usos principais combinados
A necessidade de quadras curtas
A necessidade de prédios antigos
A necessidade de concentração
Alguns mitos sobre a diversidade
Parte 3 – Forças de decadência e de recuperação
A autodestruição da cidade
A maldição das zonas de fronteira desertas
Formação e recuperação de cortiços
Capital convencional e capital especulativo
Parte 4 – Táticas diferentes
A subvenção de moradias
Erosão das cidades ou redução dos automóveis
Ordem visual: limitações e potencialidades
Projetos de revitalização
Unidades territoriais de gestão e planejamento
O tipo de problema que é a cidade
Texto elaborado por Jeferson Tadeu Silva | UNIP Campinas
Complexo Industrial da Construção Civil e a Arquitetura Moderna 1930-1964
GITAHY, Maria Lucia e XAVIER Paulo César (org). São Carlos: RiMa, 2002. 170 pág.
O livro retrata a vinda e a contribuição da indústria cimenteira. A prática em pesquisas tecnológicas do concreto permitiu enfrentar o desafio colocado nas construções de edifícios. Foram feitos estudos para determinar as curvas de resistência de 40 diferentes marcas de cimentos, que consistia na realização de ensaios de amostras de cimento nacional retirados de diversos armazéns.
Nos anos
Houve o desenvolvimento e a normatização técnica que permitiu o aparecimento de propostas inovadoras para habitação econômica, numa época em que a arquitetura moderna passava a ter influência na construção nacional. Mostra a consolidação do complexo industrial da construção e sua importância para a arquitetura e o desenvolvimento urbano brasileiro.
Capítulos:
1- Introdução
2- A construção Habitacional
3- Arquitetura Moderna e Construção Habitacional
4- Industrialização e o Espaço Habitacional da Arquitetura Moderna
5- Origens do Empresariamento da Construção Civil
6- O Papel do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) na Construção Econômica.
7- Indústria do Cimento, Normalização Técnica e os Impasses da Moderna Construção Habitacional
8- A Contribuição dos Engenheiros do Instituto de Engenharia de São Paulo para a Habitação Social.
9- Ideologia, Estado e Mercado: Três Aspectos da Profissão do Arquiteto
10- A Documentação do Escritório Rino Levi Arquitetos Associados na Biblioteca da FAUUSP.
Texto elaborado por Bruna Ridolfi | UNIP Campinas.
(Des)construção de um arranha-céu
MACAULAY, David. (Des)construção de um Arranha-Céu. São Paulo. Livraria Martins Fontes Editora Ltda, 1995.
identificação 72.011.27(73) M1117c
Com trezentos e vinte metros de altura, oitenta e cinco andares e sessenta e sete elevadores, foi oficialmente inaugurado no dia 1ª de maio de 1931, a inauguração contou com o governador, o prefeito, e com outras pessoas de importância, e foram realizadas diversas cerimônias para tal acontecimento histórico.
Texto elaborado por Daiany Albuquerque Borges
Arquitetos Contemporâneos
RATTENBURY, Kester e BEVAN, Rob e LONG, Kieran e SEGRE,
Roberto. Arquitetos Contemporâneos. Rio de Janeiro: Viana & Mosley,
Nº 72.036
Este livro procura, dentro das suas 229 páginas, fazer uma introdução dos arquitetos vivos mais influentes do mundo.
Descrevendo ano e local de sua formação acadêmica, país de origem e algumas de suas principais obras.
Os autores escolheram nomes que influenciaram e continuam influenciando as gerações de arquitetos subseqüentes.
Nomes como os de Santiago Calatrava, Renzo Piano, Tadao Ando, Kees Christiaanse, Terry Farrell, Norman Foster, Frank O. Gehry, Vittorio Gregotti, Zaha Hadid, Toyo Ito, Rem Koolhaas, Jean Nouvel, Richard Rogers, compõem esta obra.
Nesta edição, incluíram cinco nomes de arquitetos brasileiros. Pois na edição inglesa original, havia apenas o nome de Oscar Niemeyer.
Texto elaborado por Carlos Pantoja Vargas | UNIP Norte, noturno.
CASA: pequena história de uma idéia.
Ficha catalográfica:
Rio de Janeiro: Record, 1999.
Número de chamada: 728 R989c
Síntese do conteúdo
Uma amostra de habitações de cinco séculos de todos os tamanhos e todos os tipos de luxo e conforto em várias formas e partes do mundo. O conceito de lar, apesar dele se tratar de história, está preocupado com o presente. Mesmo o conforto sendo difícil de se explicar e impossível de se medir, precisamos redescobrir por nós mesmos o mistério do conforto, pois, sem ele, as nossas casas realmente serão máquinas em vez de lares.O livro analisa também como as mudanças culturais e sociais influenciaram o mobiliário e os estilos de decoração.
Conveniência, eficiência, lazer, bem-estar, prazer, domesticidade, intimidade e privacidade uma incrível amostra histórica com elegância e estilo marcado por inúmeros exemplos curiosos de como tudo isso contribui para esta sensação de conforto doméstico.
Organização do volume
Prefácio 7
Capítulo Um
Nostalgia 15
Capítulo Dois
Intimidade e Privacidade 29
Capítulo Três
Domesticidade 63
Capítulo Quatro
Comodidade e Encanto 87
Capítulo Cinco
Bem-Estar 111
Capítulo Seis
Luz e Ar 131
Capítulo Sete
Eficiência 153
Capítulo Oito
Estilo e Essência 181
Capítulo Nove
Austeridade 203
Capítulo Dez
Conforto e Bem-Estar 223
Notas 237
Índice Remissivo 249
Texto elaborado por
Andrea
sábado, 11 de abril de 2009
RESPONDA UMA QUESTÃO!

Modelo de aluno | tipo de arranjo 5 | UNIP Norte, 2009.
Como primeiro exercício do semestre propusemos o estudo da unidade de habitação. Esta consistia no arranjo de dois módulos iguais com altura mínima de 2.60m. A fim de utilizarmos a maquete como ferramenta para explorar as possibilidades de combinação espacial das unidades usamos CAIXAS DE SAPATOS representando os módulos (na escala 1:25). Em função de sua dimensão e da forma como propuseram o arranjo, cada aluno chegou a uma determinada área construída.
Os módulos variaram entre 3 a 5.5m de largura x 6 a 9m de comprimento, o que gerou áreas entre 18 e 45m2 aproximadamente (cada módulo).
De forma geral identificamos 5 tipos de arranjos que se repetiram:
1) Módulos "lado a lado" gerando um espaço único quadrado.
2) Módulos "lado a lado" deslocados, gerando um pavilhão central e dois cômodos (ou áreas) mais independentes.
3) Um módulo sobre o outro em sentido contrário gerando uma área com pé-direito duplo ou terraços.
4) Módulos justapostos "lado a lado" em formato de "L", propiciando uma grande ala e um anexo ou espaço mais independente.
5) Opções que mesclam ou fogem destas quatro apontadas acima. Podemos chamá-las de exceções.
O objetivo deste exercício foi o estudo da unidade habitacional sob os seguintes aspectos:
a) Compreensão do conceito de MODULAÇÃO e MÓDULO.
b) PARTIDO de composição volumétrica e de agenciamento do programa.
c) Elaboração de PROGRAMA.
d) MECANISMOS DE FLEXIBILIDADE espacial.
e) PRINCÍPIOS CONSTRUTIVOS.
QUESTIONAMENTO?
Q) Quais as dimensões do seu módulo, como os combinou (anote o número de classificação acima) e com qual finalidade, qual ou quais estratégias usou para distribuir o programa no espaço e quais as principais qualidades do espaço criado?

