sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

São Paulo e a origem dos arranha céus

BORGES, Eduardo Fares. São Paulo e a origem dos arranha-céus. São Paulo-SP: RG Editores, 1997.


O livro é dividido em quatro partes, onde a primeira parte mostra em sete capítulos a historia da arquitetura (17/21) desde a idade media, como queda de Roma, fim do Império Romano (23/24), Idade Moderna, começo do Renascimento(25),Século XV, a Escola de Sagres, o forno Stuckofen e a Imprensa de Gutenberg. (27/34), Idade Contemporânea, queda da Bastilha, inicio da Revolução Francesa (35/40), Progressos da siderurgia(41), Siderurgia fora da Inglaterra, entrando na Bélgica, França e Alemanha(43).

A segunda parte é dividida em quatro capítulos, o primeiro fala do surgimento dos materiais como ferro, concreto armado, vidro (47).O segundo capítulo fala da Revolução Francesa (49/50), o terceiro mostra as estruturas metálicas na Inglaterra e nos Estados Unidos (51/52), o quarto capitulo mostra o surgimento do primeiro arranha-céu a Escola de Chicago (53/54).

A terceira parte é dividida em doze capítulos que mostram a origem das siderurgias no Brasil (57/60), eletricidade no Brasil (61/62), O petróleo e a era do automóvel (63/64), Energia grande força da civilização(65/66), Urbanismo Moderno(67/68), Francisco Prestes Maia(69/72), Surgimento do concreto armado(73/74), Concreto em São Paulo, Escola Politécnica(75/80), Primeiro arranha-céu de São Paulo, Edifício Guinle(81/82), Rio de Janeiro, Escola Politécnica(83/86), Urbanismo na cidade do Rio de Janeiro(87/89), Primeiro arranha-céu do Rio de Janeiro, Escola de Minas de Ouro Preto(91/92).

A quarta parte mostra alguns edifícios da década de 1920, como o edifício Guinle(97), secretaria da aviação(103), o edifício Guajara(105), o prédio Martinelli(109), o edifício Germaine Burchard(113), o prédio Cadete Galvão(115), prédio Oscar Rodrigues(120), edifício Palacete Gloria e Limeira(121), o Palacete Chavante(125), o edifício Jose Fakhoury (127), Palacete Gonzaga(130), Palacete São Paulo(132), o edifício Don Luiz(135), e a Praça da Sé(136).


Texto elaborado por Melyssa Vaz Almeida e Monique Santana Alves | Norte

Origens da habitação social no Brasil

BONDUKI, Nabil Georges. Origens da habitação social no Brasil. Arquitetura moderna, Lei do inquilinato e difusão da casa própria. São Paulo: Estação Liberdade: FAPESP, 1998.

Catalogação bibliográfica: 72.036(81) B711o


O livro fala sobre um período histórico que foi muito importante para mudanças em termos de moradia e trabalho.

Ele cita momentos históricos onde o principal indicado é Getulio Vargas, e as principais conseqüências de seu trabalho para a população.

Fala também que todas essas mudanças geraram o nosso futuro e que precisamos entendê-las melhor para conseguirmos entender o que estamos vivendo.


1) A produção rentista de habitação e o autoritarismo da ordem sanitária.

Imagens 1: Cortiços, vilas e correr de casas: a habitação produzida pelo setor privado.

2) O debate sobre habitação no período Vargas.

3) Origens da produção estatal da moradia

4) Habitação social e arquitetura moderna: os conjuntos habitacionais dos IAPs.

Imagens 2: Os conjuntos residenciais: a habitação produzida pelo Estado.

5) A Lei do Inquilinato e o congelamento dos aluguéis.

6) Da crise de habitação dos anos 40 ao auto-empreendimento da casa própria.

Imagens 3: Favela e periferia: a habitação produzida pelo morador.

7) A habitação por conta do trabalhador.


Elaborado por Carolina Tavares Gaspar | UNIP Campinas em 11/02/2009